Mito 1: “Eu vou perder o controle”
Não. Durante todo o processo, você permanece consciente e no comando. Ninguém faz, em hipnose, algo que não faria estando plenamente desperta.
Mito 2: “Hipnose é a mesma coisa que dormir”
Também não. É um estado de atenção concentrada — na prática, seus sentidos ficam mais aguçados em relação ao que está sendo trabalhado, não menos.
Mito 3: “Só gente fraca ou sugestionável demais é hipnotizada”
Sugestionabilidade não é um defeito de personalidade nem sinal de fraqueza — é uma capacidade da mente, presente em graus diferentes em todo mundo.
Mito 4: “Só a hipnose profunda funciona”
Essa classificação em graus é mais um mito de divulgação do que uma realidade funcional. O que importa numa sessão clínica não é o quão profundo você está, e sim a clareza da compreensão alcançada sobre o padrão trabalhado.
Mito 5: “Depois eu não vou lembrar de nada”
Ao contrário: na hipnose clínica, lembrar é parte do processo. É a compreensão consciente do que foi trabalhado que participa da mudança.
Mito 6: “Hipnose é perigosa para a saúde”
Feita por um profissional qualificado, dentro de um processo terapêutico, a hipnose exige formação, método sério e comunicação responsável. O cuidado é buscar atendimento compatível com a formação e o escopo do profissional.
Mito 7: “Isso é coisa de quem está muito mal”
Não é preciso estar em crise para buscar hipnose clínica. Muita gente procura porque identificou um padrão que se repete e quer compreender melhor sua origem, sem esperar a situação piorar.
Se algum desses mitos afastava você
Quanto mais mito circula sobre hipnose, mais gente deixa de buscar informação qualificada. Se algum desses mitos era o que afastava você, talvez seja hora de rever essa ideia.
Quer conversar sobre o seu momento?
O primeiro passo pode ser compreender melhor o padrão que você deseja transformar.